Ondas velozes..

E as ondas que bravejam naquele mar que advém ao porto..
Elas se batem com fúrias de destruir a força do vento
Como em campeonato de velocidade contra os humanos nos cais
Dançam e em tangos brincam de força e poder..
cinza e grafite ficam enquanto há tempo do céu não ser rasgado pelo sol..
A lua se escondeu..
a pressa é urgente em sua dimensão de cheia..
a luz que por entre brechas
se forçam ao encontro dos horizontes verticalizam ali,
batem com som e orquestramente tocam..
mesmo que de longe..
ali naquela pedra e rocha tocam..
os barcos dos navegantes viram brinquedos nas fortes ondas desse mar..
Comentários
abraços
Mangarosa
Primeira vez por aqui.Parabéns pelo blog!
Ah,o mar..quantas vezes ele se move no meu interior,e nem sempre são marés baixas.
Abs!
Carol Sakurá
mais leves são as únicas que o vento
não conseguiu levar:
um estribilho antigo,
um carinho no momento preciso,
o folhear de um livro de poemas,
o cheiro que tinha um dia
o próprio vento"
(Mário Quintana)
Desejo um lindo final de semana com muito amor, paz e carinho.
Abraços com todo meu carinho.
Eu demorei para aparecer mas voltei, rsrsrsr.
Um lindo fds...
Gosto do mar mesmo nas tempestades ele me acalma...
Bjsssssssssssssssssss
A essa fúria, exige-se respeito...
Fez-me pensar que somente quando a natureza se revolta é que o homem não pode com ela...
Nesse seu poema, refleti a ingratidão do homem perante a maravilhosa e magnífica Mãe Natureza...
Beijos e, realmente estou sentindo a sua ausência..., já notada anteriormente...
Ana Lúcia.