Fim da estrada...


Não !
Não Te amo mais...
Nada que tenta e reinventa me chama atenção
Teu perfume não me acende
Tua música não me toca
Teus poemas não me devoram
Tua presença não me apressa em te ter
.
Não tenta !
Não força !
O fim bate á porta
e preciso abrir, precisas me deixar sair...
Não é triste, é ciclo fechado
É Passado...
.
Deixe que as lembranças se tornem borboletas
suaves... tocando a flor da memória
Não machuca o que já foi, o que já senti, o que já vivi
Expeli teu ser do meu
E sobrevivo sem sonhar contigo
.
Solta-me !
Preciso seguir...
.
.

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