Instantes..febris..


Não por acaso..
Os vidros não se espatifaram
Os aromas não se cruzaram..
O amadeirado não ganhou forma com o doce..
Não por acaso..
O sol não visitou o frio
E o momento não virou instante..
Por meros fugires de sentir
Embassamos os vidros corriqueiros..
A secura da boca não é vil..
A secura vem de fontes..
Só se pede abrigo quando se tem voz..
Ou quando se abafa o frio na própria pele..
A tremedeira de sentidos não é imperativa
Quando se domina os próprios pés..
Fácil ? Infinitamente lúdica essa frase
Mas..possível..
A distância que há entre uma amizade e dois corpos que se querem
é a mesma, que fazem duas pessoas se afastarem da brasa
Com medo de pegar fogo e tudo ir para os ares..
Da liberdade á escravidão
Os grilhões só mudam de nomes..
Mas a intenção é a mesma..
Uma encantada dança de ventres..
.

Comentários

Belle disse…
INTENSO DEMAIS!!!
Parabéns!!!
bjos
Desirée disse…
maravilho!
amooo seu blog
bjos :)
Anônimo disse…
Olá Christ,
sempre muito preenchidos de amor intenso os seus sonetos :)

Beijinho para si
Anônimo disse…
"A distância que há entre uma amizade e dois corpos que se querem
é a mesma, que fazem duas pessoas se afastarem da brasa
Com medo de pegar fogo e tudo ir para os ares..."

Amiga me indentifiquei por demais nessa parte do teu(nosso) poema.
Estou vivendo uma situação semelhante a esta q descreveu.

Bjinhso em ti

Mah
Anônimo disse…
Christi,

Adorei ler essa vontade toda em desejar vencer etapas, para o pleno sentir.
Beijos, lhe aguardo com um café forte e quente, feito há pouco...,
Ana Lúcia.
Auíri Au disse…
Palavras de amor.
Intensidade de sentir...
Adoreiii
beijos

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